Como os nomes surgiram?

Publicado por Significado do Nome

Você já parou para pensar como surgiram os primeiros nomes?

Embora não exista um registro específico sobre o assunto, há um consenso de que os nomes, sejam eles de uma pessoa ou objeto, foram criados para suprir a necessidade que o ser humano têm de se comunicar entre si ou referenciar coisas como meio de identificação e classificá-las de maneira representativa.

Imagine, por exemplo, se ao invés de nomes, as pessoas fossem chamadas pelas suas características físicas, dotes, etc. É mais ou menos como os estudos indicam que acontecia antigamente.

Mas há também quem defenda o oposto, o nome criado a partir da união de palavras e até mesmo formulados por anagramas, para depois receber o significado de acordo com feitos ou características dos seres, objetos, animais, paisagens, etc.

O fato é que nomear coisas é mais antigo até mesmo do que a escrita, pois os nossos ancestrais já se utilizavam de sons ou até mesmo desenhos, para denominar absolutamente tudo e todos.

O mais próximo do conhecimento que se tem sobre etimologia dos nomes, se dá através da ciência conhecida como semiologia, ou estudos semióticos, utilizado pela primeira vez pelo inglês Henry Stubbes em 1676. Uma forma de aprender sobre como os signos são utilizados para atribuir um significado e o conceito das coisas.

Segundo a semiótica, um nome pode ser classificado de três formas, tais como:

  1. Símbolo, quando se refere a algo mais abrangente, como um cão, escritor, cantor, automóvel, etc.;
  2. Índice, quando denomina algo ou alguém específico, como Totó, Maria, João, Ferrrari, etc.
  3. Ícone, quando está associado a um objeto em geral, como coleira, papel, microfone, rodas, etc.

Na medida que a comunicação foi evoluindo no decorrer dos tempos, como causa e consequência, surgiram os mais variados nomes e seus incontáveis significados, cujas funções gramaticais, de semântica ou sintática, mudam conforme o contexto em que ela está sendo adotada.

A importância dos nomes é tão grande que, sem eles, dificilmente a linguagem evoluiria para o que conhecemos hoje. E seria bem estranho, se não pudéssemos dar nomes as coisas, principalmente pessoas.

Já pensou a confusão que seria se, ao invés de chamar as pessoas pelo nome e sobrenome, escolhêssemos números, cores, letras ou símbolos?

Por mais que esses assuntos causem reflexão e instiguem a buscar motivos para serem exatamente desta forma, acredite, são séculos de evolução e certamente chegamos neste ponto por razões óbvias e lógicas.

Mas deixaremos para aprofundar mais sobre isso em um artigo futuro.

Hoje, vamos apenas nos restringir a observar mais os seres e objetos, para pensar qual seria o sentido se isso ou aquilo se chamasse de outra forma.