Significado do Nome Karla

(Ex.: Maria, João ou José Silva)

Karla

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Karla é um nome Feminino.

A origem do nome Karla é Germânico.

Definição do nome Karla

Variação germãnica ou escandinava, feminina de carlos.

Derivado do nome pessoal KARLA, Forte, fértil.

Numerologia do nome Karla

Número da ambição é 2: Se sente bem no lar, com seus familiares, assim como um relacionamento tranquilo e harmónico, buscando sempre segurança.

Número da personalidade é 5: Se sente bem no lar, com seus familiares, assim como um relacionamento tranquilo e harmónico, buscando sempre segurança.

Número da expressão é 7: Vendo através das coisas, capaz de chegar a uma realidade espiritual e não se adaptar facilmente ao corre-corre do mundo moderno. Deve escolher com bastante cuidado pessoas amigas e amantes, sem exigir perfeição, pois poderá ficar sozinho.

Resumo do nome Karla

Aparentemente fria e calculista a pessoa de personalidade 7 é na verdade super exigente com ela mesma e com o próximo. Procura sempre executar suas tarefas de forma impecável. Geralmente solitária, ela se isola e precisa de muito tempo para realmente se entregar a qualquer tipo de relacionamento pois prefere este isolamento.

Pontos positivos

Espiritualidade, Introspecção, Profundidade, Perfeccionismo, Controle da Mente

Pontos negativos

Solidão, Pobreza, Exigência excessiva, Auto-Crítica, Reclusão

Outras informações do nome Karla

Karla (br: Karla - Paixão Assassina) é um filme estadunidense de drama e suspense de 2006, baseado em uma história verídica dos dois mais famosos serial killers do Canadá, Karla Homolka e Paul Bernardo. O filme foi originalmente intitulado Deadly (literalmente traduzido como Mortal), porém os cineastas anunciaram que o título seria alterado, em uma aparente tentativa de maior sensibilidade. O roteiro é totalmente baseado nas transcrições da corte, entrevistas e vídeos dos ataques, filmados pelos próprios Homolka e Bernardo.

O longa foi totalmente filmado nos Estados Unidos, com um elenco e equipe estadunidense, pois ninguém da indústria canadense queria estar envolvido com este projeto devido o clamor do público. Exceto por Tammy Homolka, os nomes das vítimas foram alterados devido as poucas idades das adolescentes, embora as circunstâncias de suas mortes continuem a mesma.

Sinopse

Com intensas interpretações de Laura Prepon e Misha Collins, narra a história verídica de Karla Homolka, que apaixona-se por um violento estuprador e serial killer, Paul Bernardo.

Karla casa-se com Paul, o ajudando à cometer uma série de crimes, inclusive o ajuda à violentar sua irmã mais nova, de 15 anos, Tammy Homolka. Mesmo com uma resistência inicial, Karla concorda em ajudá-lo à estuprar Tammy, como um presente de Natal. Karla obteve drogas — da clínica veterinária onde ela trabalhava — para sedar sua irmã. No entanto, Tammy engasgaga-se com seu próprio vômito e morre. Paul gaba-se para Karla sobre outros estupros que havia cometido, persuadindo Karla à envolver-se nas agressões sexuais e assassinatos de três outras vítimas adolescentes.

Bastante fiel à história real, o filme é narrado no ponto de vista de Karla, e com perplexidade o público vê os fatos acontecerem sem nenhum remorso de Paul, um estuprador psicopata que pode se passar facilmente por um rapaz muito adoravél. Embora o ator Collins na pele Bernardo seja bastante atraente, ele perde gradualmente o seu apelo assim como a falsa normalidade de Karla e sua insistência em permanecer ao lado de Bernado o ajudando a estuprar e matar duas adolescentes.

Elenco

Polêmica no Festival de Montreal

O filme causou polêmica e furor no Canadá, onde as famílias de Kristen French e Leslie Mahaffy, as vitimas de Homolka e Bernado, alegaram que o filme explorararia a memória das adolescentes. Os membros das famílias das vitímas, iniciaram uma campanha para a censura do filme e, vários patrocinadores do festival, também ameaçaram eliminar o patrocínio caso o filme fosse exibido. Os políticos da Assembléia Legislativa de Ontário, incluindo o procurador-geral Michael Bryant, pediram o boicote do filme e, a cadeia de teatro canadense, a Cineplex Odeon, afirmou que exibiria o filme somente em seus principais mercados urbanos, Toronto, Montreal e Ottawa.

O filme foi planejado para estrear em 2005 no Festival de Montreal, mas Serge Losique, fundador e presidente do festival, anunciou que Karla seria retirado do festival, reconhecendo publicamente que ele estava fazendo isso apenas como resultado direto da pressão de um de seus principais patrocinadores, a Air Canada.

Em março de 2005, O advogado Tim Danson, que representava as famílias France e Mahaffy, juntamente com as fmaílias das vitímas, assistiram o filme em uma exibição privada. Em outubro de 2005, ele anunciou que as famílias não se oporiam à liberação do filme no Canadá. Com um comunicado à imprensa, o festival defendeu sua decisão de ainda exibir o filme, alegando que muitos criminosos famosos já foram mostrados no cinema, desde Adolf Hitler até o Estrangulador de Boston.

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