Significado do Nome Gildo

(Ex.: Maria, João ou José Silva)

Gildo

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Gildo é um nome Masculino.

A origem do nome Gildo é Teutônico.

Definição do nome Gildo

Significa valoroso e indica uma pessoa paciente e perseverante, que se dedica sem reservas às tarefas que lhe são designadas e não mede sacrifícios para realizá-las a contento.

Numerologia do nome Gildo

Número da ambição é 6: Lutar pelo amor, família e o lar. Adora ter harmonia e beleza em torno de si.

Número da personalidade é 5: Lutar pelo amor, família e o lar. Adora ter harmonia e beleza em torno de si.

Número da expressão é 2: Através de suas habilidades diplomáticas, consegue tudo o que quer, sem precisar lutar muito. Justamente por conhecer suas habilidades muitas vezes omite o próprio ponto de vista.

Resumo do nome Gildo

Muito amorosa e compreensiva, a pessoa de personalidade 2 adora dar atenção aos outros, principalmente para a pessoa amada. O medo da doença faz com que busque sempre uma alimentação mais saudável. São muito atentas e compenetradas. Por ser muito diplomática e ter grande facilidade de adaptação, convive muito bem em todos os ambientes que frequenta. É muito recatada no amor e sempre o compara ao sexo.

Pontos positivos

Tato, Diplomacia, Paciência, Cooperação, Companheirismo

Pontos negativos

Dúvida, Dependência, Submissão, Passividade, Insegurança

Outras informações do nome Gildo

Gildo Fernandes de Oliveira, ex-jogador brasileiro de futebol. Gildo atuou no Ceará Sporting Club e no América de São José do Rio Preto. Mais lembrado pela passagem no Ceará, Gildo é considerado o maior ídolo do futebol do Estado do Ceará, tendo sido campeão cearense pelo Ceará em 1961, 1962, 1963, 1971 e campeão do Torneio Norte-Nordeste em 1969, sendo o maior artilheiro da história desse clube cearense, com 246 gols. Trabalha atualmente como funcionário do Ceará.

Carreira

Gildo é pernambucano e começou cedo, aos 16 anos, no Santa Cruz. Um ano depois, fez testes no Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, mas acabou retornando ao Tricolor do Recife. Sua trajetória no Ceará começaria em 1960. Gildo, o Pernambuquinho, como era chamado na sua época, veio por empréstimo, com o passe estipulado, com o preço lá embaixo por conta de supostos problemas de joelho. Gildo, literalmente, arrebentou no Ceará e os dirigentes alvinegros da época não pensaram nem duas vezes para comprar seu passe. Era o início de um período histórico para o Vovô, com a conquista do primeiro tricampeonato estadual. Gildo participou das três campanhas e em duas delas foi artilheiro, com 15 e 16 gols, respectivamente. Em 1966, a convite do amigo Marco Aurélio, com quem jogara no Ceará, o Pernambuquinho foi para o América, de São José do Rio Preto, interior paulista. Fez boas campanhas e chegou a ser cotado para o Corinthians, mas sua contratação pelo gigante paulista não chegou a se concretizar, devido a uma grave contusão no joelho direito do atleta. “Ganhei no futebol o razoável para sobreviver”, costuma dizer. Do América paulista, Gildo voltou para o Ceará, ainda na década de 60, quando conquistou mais uma taça importante, a do Norte/Nordeste de 1969, na histórica decisão contra o Remo, do Pará, decidida em três jogos. No Segundo jogo dessa final, o Ceará precisava da vitória, para forçar um terceiro jogo, a partida estava empatada em 2x2, até que no final do segundo tempo Gildo acerta uma bela cabeçada no canto superior direito, Gildo não conseguiu terminar a partida, pois após o gol passou o mal e foi levado para o hospital. Em 1971, seria campeão cearense mais uma vez. Nesse ano é antológico o seu gol, nas finais contra o Fortaleza: o goleiro Cícero Capacete cobrou o tiro de meta e, de cabeça, Gildo escorou para o gol, da intermediária! Não viu o gol, pois caiu com o choque com a bola, mas entrava, de vez, para a história. Nesse último ano, já perto do final da carreira, não renovou contrato com o clube do coração. Ingratidão Gildo, que acabou indo para o Calouros do Ar Futebol Clube, não gosta de falar muito no assunto e sequer revela o nome do dirigente que o relegou. Prefere o reconhecimento da torcida. A mágoa ficou. Tanto é que Gildo, mesmo morando próximo ao Estádio Presidente Vargas, que lhe consagrou, passou 22 anos sem ir a um campo de futebol. Em 1972, defendendo o Calouros, enfrentou o Alvinegro e foi ovacionado toda vez que tocava na bola. “Aquilo foi uma honra para mim”, recorda. Em 2001 ele voltou ao Ceará, cumprindo um juramento: o de só voltar ao clube no qual é ídolo maior se fosse para trabalhar. “Estou no lugar de onde nunca deveria ter saído”, concluiu. Coisas da vida...

Gildo é pernambucano e começou cedo, aos 16 anos, no Santa Cruz. Um ano depois, fez testes no Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, mas acabou retornando ao Tricolor do Recife. Sua trajetória no Ceará começaria em 1960. Gildo, o Pernambuquinho, como era chamado na sua época, veio por empréstimo, com o passe estipulado, com o preço lá embaixo por conta de supostos problemas de joelho. Gildo, literalmente, arrebentou no Ceará e os dirigentes alvinegros da época não pensaram nem duas vezes para comprar seu passe. Era o início de um período histórico para o Vovô, com a conquista do primeiro tricampeonato estadual. Gildo participou das três campanhas e em duas delas (1961 e 1963) foi artilheiro, com 15 e 16 gols, respectivamente. Em 1966, a convite do amigo Marco Aurélio, com quem jogara no Ceará, o Pernambuquinho foi para o América, de São José do Rio Preto, interior paulista. Fez boas campanhas e chegou a ser cotado para o Corinthians, mas sua contratação pelo gigante paulista não chegou a se concretizar, devido a uma grave contusão no joelho direito do atleta. “Ganhei no futebol o razoável para sobreviver”, costuma dizer. Do América paulista, Gildo voltou para o Ceará, ainda na década de 60, quando conquistou mais uma taça importante, a do Norte/Nordeste de 1969, na histórica decisão contra o Remo, do Pará, decidida em três jogos. No Segundo jogo dessa final, o Ceará precisava da vitória, para forçar um terceiro jogo, a partida estava empatada em 2x2, até que no final do segundo tempo Gildo acerta uma bela cabeçada no canto superior direito, Gildo não conseguiu terminar a partida, pois após o gol passou o mal e foi levado para o hospital. Em 1971, seria campeão cearense mais uma vez. Nesse ano é antológico o seu gol, nas finais contra o Fortaleza: o goleiro Cícero Capacete cobrou o tiro de meta e, de cabeça, Gildo escorou para o gol, da intermediária! Não viu o gol, pois caiu com o choque com a bola, mas entrava, de vez, para a história. Nesse último ano, já perto do final da carreira, não renovou contrato com o clube do coração. Ingratidão Gildo, que acabou indo para o Calouros do Ar Futebol Clube(onde jogou duas temporadas e encerrou sua carreira aos 33 anos), não gosta de falar muito no assunto e sequer revela o nome do dirigente que o relegou. Prefere o reconhecimento da torcida. A mágoa ficou. Tanto é que Gildo, mesmo morando próximo ao Estádio Presidente Vargas, que lhe consagrou, passou 22 anos sem ir a um campo de futebol. Em 1972, defendendo o Calouros, enfrentou o Alvinegro e foi ovacionado toda vez que tocava na bola. “Aquilo foi uma honra para mim”, recorda. Em 2001 ele voltou ao Ceará, cumprindo um juramento: o de só voltar ao clube no qual é ídolo maior se fosse para trabalhar. “Estou no lugar de onde nunca deveria ter saído”, concluiu. Coisas da vida...

Gildo Fernandes de Oliveira (Atacante) - O maior ídolo do Ceará, foi campeão em 1961, 1962, 1963 e 1971. Foi artilheiro da história do clube com 246 gols.

Em 2011, no jogo contra o Bahia, a diretoria do Ceará prestou homenagem a Gildo, inclusive, lançado sua camisa retrô, e capa da Revista 1914, do mês de setembro de 2011.

Títulos

- 1959

- 1961, 1962, 1963 e 1971

Torneio Norte-Nordeste - 1969

Copa do Nordeste - 1969

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Gilda

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