Significado do Nome Suzano

(Ex.: Maria, João ou José Silva)

Suzano

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Suzano é um nome Masculino.

A origem do nome Suzano é Desconhecido.

Derivado do nome pessoal SUZANO, Masculino de Suzana Lírio, graciosa, pura, imaculada.

Numerologia do nome Suzano

Número da ambição é 1: Realizar coisas, assim como de encorajar, aconselhar e orientar outras pessoas.

Número da personalidade é 5: Realizar coisas, assim como de encorajar, aconselhar e orientar outras pessoas.

Número da expressão é 6: Sempre buscando a perfeição em tudo que lhe diz respeito. Tem instinto do belo, da cor e da arte. Essencialmente prático, podendo arcar com qualquer responsabilidade no lar ou em esfera mais ampla (numa organização ou comunidade). Possui diplomacia e equilíbrio.

Resumo do nome Suzano

Carinhosa, compreensiva, meiga, responsável. A pessoa de personalidade 6 é passional e humanista. Com uma grande necessidade de ajudar os outros, ela pode até se sacrificar pelos que ama. Sexualmente aparentemente é passiva mas procura agradar sempre o parceiro. Pode se tornar dominadora e possessiva se sentir-se insegura em relação aos seus sentimentos.

Pontos positivos

Amor, Beleza, Equilíbrio, Família, Saúde, Justiça

Pontos negativos

Utopia, Mártir, Ciúmes, Ressentimento, Dificuldade em aceitar a realidade

Outras informações do nome Suzano

Suzano é um município brasileiro do estado de São Paulo, na Região Metropolitana de São Paulo, microrregião de Mogi das Cruzes. A população em 2010 segundo o Censo demográfico é 262.568 habitantes, o que resulta numa densidade demográfica de 1.275,43 hab/km².

Aspecto geral

A emancipação política do município de Suzano ocorreu em no final da década de 1940, e desde então destaca-se na Região Metropolitana de São Paulo por ser um polo industrial, especialmente do setor químico. Quando se tornou município, Suzano já abrigava 563 indústrias e 5.274 empresas; juntando a isso o fato de ter um setor comercial diversificado, com centros comerciais nos distritos de Boa Vista e Palmeiras, além do Centro - que possui um shopping inclusive -, o município estava, em 2009, entre os vinte que mais arrecadam Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - (ICMS), no estado de São Paulo. O crescimento industrial de Suzano foi impulsionado no passado em razão de possuir locais disponíveis para a instalação de empresas e por ter acesso a rodovias que levam ao interior e litoral do estado. Diretamente por Suzano, passam as rodovias Índio Tibiriçá e Henrique Eroles. Suzano tem acesso direto à Ayrton Senna, e indireto á Mogi-Dutra e consequentemente a própria Dutra.

Destaca-se ainda em Suzano a produção agrícola e de flores, além do esporte. Suzano recebeu por toda a sua história influência da cultura japonesa, tendo recebido várias famílias do Japão no movimento migratório do começo do século. Hoje essas famílias fazem parte da economia e política de Suzano. Atualmente os principais problemas enfrentados pelo município são decorrentes da explosão populacional que ocorreu em Suzano e em toda a Grande São Paulo. Um exemplo, é o fato de Suzano conseguir ser também ser o município mais rico da região (considerando o Produto Interno Bruto), mas também é o quarto município mais pobre da região e o décimo sexto do estado (considerando o PIB per capita). Isso ocorre porque a riqueza produzida na cidade fica concentrada em uma pequena parte da população.

Como dito, o nome é "Suzano" foi escolhido em homenagem ao engenheiro Joaquim Augusto Suzano Brandão, responsável pela conclusão das obras da estação ferroviária de Guaió em 1908. Segundo as normas ortográficas vigentes da língua portuguesa este topônimo deveria ser grafado "Susano".

História

O fundador do povoado que viria a se transformar no município de Suzano foi o padre jesuíta Francisco Baruel, que tinha por missão a catequese dos indígenas, em meados de 1660. O Frei Baruel deu início à construção de uma capela, após disputas acirradas entre índios Pés Largos e os Guaianases, nativos daquela área, com o objetivo de apaziguar os ânimos dos indígenas. A construção atraiu novos moradores e logo se formou um povoado. O santuário foi reconstruído em 1750 pelo padre Antônio Souza e Oliveira, que deu a ele o nome de Nossa Senhora da Piedade de Taiaçupeba. 135 anos mais tarde, a capela foi transformada em igreja. Em 1895 a igreja ruiu por conta de uma forte chuva e somente com a chegada da família Bianchi foi reconstruída. Desde então a área passou a ser conhecida como Baruel - nome escolhido pela presença da família Barweel, que chegou a Suzano no século XVI.

Na década 1870, foram implantados os trilhos da Estrada de Ferro São Paulo - Rio de Janeiro. Alguns anos mais tarde, em 1879, estabeleceu-se na região Antônio Marques Figueira, feitor da Estrada de Ferro. Em 1885, chegou à região o seu irmão Tomé Marques Figueira, que muito contribuiu ao povoado. Em 1890, os dois irmãos mandaram elaborar a planta da cidade, trabalho executado pelo Conde Romariz. A primeira denominação da localidade foi "Vila da Concórdia", nomeada posteriormente de "Vila da Piedade". Com a encampação da ferrovia pela companhia Estrada de Ferro Central do Brasil, em 1891, houve a consolidação do vilarejo.

A via férrea que passa pelo Alto Tietê, conhecida na época como Estrada de Ferro do Norte ou São Paulo-Rio, foi construída por fazendeiros do Vale do Paraíba, com o propósito inicial de fazer o transporte do café. Na época, o local era conhecido como Guayó, mas anos mais tarde o nome foi alterado para Suzano em homenagem ao engenheiro Joaquim Augusto Suzano Brandão, que morava na central ferroviária. Como em todas as cidades da região, a estrada foi uma das principais responsáveis pelo desenvolvimento da área, que a partir dos trilhos registrou um número bem maior de visitantes. Com isso, iniciou-se a implantação de várias indústrias, atraídas pelas vantagens do transporte mais eficaz e rápido dos trens. Em 1869 a estação de trens foi oficialmente construída.

Em janeiro de 1897, foi realizada a primeira missa na nova igreja construída pelos irmãos Marques Figueira, passando a vila a ser conhecida por "São Sebastião do Guaió". As reivindicações por melhores nas instalações da parada de trens foram levadas ao engenheiro residente da ferrovia doutor Joaquim Augusto Suzano Brandão que, após desenvolver criterioso estudo, atendeu às reivindicações. Foi construída uma estação na localidade e a vila, a 11 de dezembro de 1908, passou a ser chamada oficialmente pelo nome de Suzano, em homenagem a ele. A estrutura atual da estação ainda é o mesma e muitas casas em estilo colonial ainda são utilizadas pelos próprios funcionários da atual empresa responsável pela linha férrea, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, que assumiu a estação em 1992. Em contrapartida, a rotina calma da estação ficou no passado. Com cerca de 18 mil usuários passando diariamente pela estação atualmente, o corre-corre e a agitação fazem parte do dia-a-dia nos trilhos.

Em 1908, desembarcaram do cargueiro Kasato Maru, no porto de Santos, os primeiros imigrantes japoneses no Brasil. Eles foram convencidos por um japonês chamado Ryu Mizuno de que o trabalho de poucos anos nas lavouras de café brasileiras lhes daria fortuna suficiente para voltar ao Japão e viver tranquilamente o resto de seus dias. Em Suzano, a colônia mantém suas tradições e está inserida definitivamente em todos os setores do município.

Apesar de ser a principal influência de cultura estrangeira, e de sua predominância, não foram apenas os descendentes de japoneses que criaram a atual identidade de Suzano. Muitas famílias de origem italiana também vieram para a cidade e serviram como base para a criação de alguns bairros e indústrias importantes na história de Suzano. Os Raffo foram uma delas. O italiano Giovanni Battista Raffo veio para Suzano em 1915. Para não perder os laços com sua terra natal, deu início à fabricação de vinho no porão da sua casa, em um sobrado na Rodovia índio Tibiriçá. Anos mais tarde, em 1962, ampliou a empresa e deu a ela o nome de Viti Vinícola Irmãos Raffo Ltda., e depois, Indústria de Bebidas Irmãos Raffo Ltda. Hoje o bairro é conhecido como Raffo.

A partir do início do século XX, o povoado experimentou constante crescimento, com aumento expressivo de sua população, o que justificou sua elevação a categoria de Distrito, anexo ao município de Mogi das Cruzes, por meio da Lei Estadual nº 1705 de 27 de dezembro de 1919, promulgada pelo então presidente do estado de São Paulo, Altino Arantes. Também ficou registrado na história do município o dia 8 de dezembro de 1940, quando o então arcebispo de São Paulo, Dom José Gaspar d'Afonseca e Silva, determinou a elevação de Suzano a categoria de Paróquia, motivado pela importância do Distrito no contexto regional.

Após um longo caminho, em 8 de dezembro de 1948, Suzano atingiu a condição de município por meio de sua emancipação de Mogi das Cruzes, através de lei sancionada pelo então governador do estado de São Paulo, Ademar Pereira de Barros. Em 14 de abril de 1958, foi criada por lei estadual a Comarca de Suzano, cuja instalação ocorreu em 26 de maio de 1962.

20 de janeiro: Dia de São Sebastião – padroeiro da cidade

2 de abril: Dia de São Francisco de Paula – emancipação político-administrativa

Geografia

O clima da cidade, como em toda a Região Metropolitana de São Paulo, é o Subtropical. A média de temperatura anual gira em torno dos 18°C, sendo o mês mais frio Julho (Média de 14°C) e o mais quente Fevereiro (Média de 22°C). O índice pluviométrico anual fica em torno de 1400 mm.

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 13,9

Expectativa de vida (anos): 71,06

12 km de Mogi das Cruzes

34 km da capital São Paulo.

46 km de Santos

Seus municípios limítrofes são Itaquaquecetuba a norte, Mogi das Cruzes a leste, Santo André a sul, Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires a sudoeste, Ferraz de Vasconcelos a oeste e Poá a noroeste. Apesar de amplamente difundido é incorreto dizer que o município faz divisa com Mauá. A região da antiga estrada de Sete Cruzes pertence ao município de Ribeirão Pires.

Rio Tietê

Rio Una

Rio Guaió

Rio Taiaçupeba

Terciária – formação São Paulo – arenitos, argilas, folhetos, pirobetuminosos.

Economia

A economia suzanense é fortemente caracterizada pelas atividades industrial, comercial e hortifrutigranjeira. Suzano tem hoje o maior PIB per capita do Alto Tietê e é referência industrial e comercial da região.

Setor primário

A produção agrícola no município de Suzano foi ancorada fundamentalmente na colônia japonesa existente. A olericultura e a produção de flores se faziam presentes na riqueza da cidade. Nas décadas de 80 e 90, Suzano era conhecida como a "Cidade das Flores", pois tanto produzia quanto exportava flores. Suzano faz parte do chamado Cinturão Verde da Região Metropolitana de São Paulo. Há uma forte presença de produtores rurais (cerca de 540 produtores rurais, metade deles de origem japonesa) que produzem verduras e legumes. Também está em Suzano o maior produtor da América Latina de poinsetia (folhagem vermelha utilizada principalmente nas decorações de Natal).

Setor secundário

O município abriga indústrias de grande porte, tanto de capital nacional quanto estrangeiro, destacando-se a NSK, Mitutoyo, Suzano Papel e Celulose, Nadir Figueiredo, Clariant, Orsa, Nalco do Brasil, Gyotoku, Tsuzuki, CBD Mecânica Industrial, Komatsu e Formica. Devido a sua forte produção industrial, a arrecadação de ICMS no município é a maior da região e 20ª do Estado de São Paulo, superando, inclusive, a de Mogi das Cruzes. Atualmente há 327 indústrias em Suzano que geram quase 10 mil empregos diretos e 3.327 indiretos.

Setor terciário

Nos últimos tempos tem havido um crescimento de investimentos empresariais nas áreas de comércio. As duas principais ruas de comércio no centro são as avenidas General Francisco Glicério e Benjamin Constant, onde estão as "lojas-âncora" e que atraem a população até de bairros da capital paulista. É o principal polo comercial de varejo de todo o Alto Tietê. No início dos anos 2000 foi inaugurado o Suzano Shopping, que contribuiu para a expansão comercial de Suzano. Atualmente há 3.423 estabelecimentos comerciais em Suzano. O Município também possui um Parque Aquático com Hospedagem, o Magic City.

Educação

Suzano possui escolas de nível fundamental, médio, técnico e superior. Na educação básica há escolas públicas e privadas, incluindo unidades do SESI. Em 2008 foi inaugurada uma escola técnica estadual construída no antigo prédio do CEFAM (Centro de Formação e Aperfeiçoamento do Magistério) de Suzano. A ETEC de Suzano foi instalada no segundo semestre daquele ano. Na época da instalação, contava com dois cursos (Técnico em Gestão Ambiental e Técnico em Química).

No município está instalada uma faculdade, a Faculdade Unida de Suzano - Unisuz, e unidades de educação a distância de instituições de outros municípios. Desde o segundo semestre de 2010 uma unidade do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - IFSP, no Jardim Monte Cristo, sendo que a princípio estão sendo ministrados dois cursos técnicos (automação industrial e comércio), que tem juntos 160 vagas. Quando as obras forem concluídas, serão ministrados mais cursos técnicos e cursos de nível superior.

Ao lado do IFSP haverá um campus do Instituto Piaget, de Portugal, que se chamará UniPiaget Brasil.

Mobilidade urbana

Suzano é servida pelos trens da Linha 11 da CPTM, por meio da Estação Suzano. Por ônibus, é servida por linhas municipais da Radial Transporte e por linhas metropolitanas da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo, que ligam Suzano as seguintes cidades da região:

Arujá

Ferraz de Vasconcelos

Guarulhos

Itaquaquecetuba

Mogi das Cruzes

Poá

Ribeirão Pires

Santa Isabel

São Paulo

Suzano também é servida por linhas de ônibus intermunicipais e interestaduais de diversas empresas que tem como destino o terminal rodoviário de Mogi das Cruzes, além de uma linha direta com o Terminal Rodoviário do Tietê, na capital.

São as linhas municipais:

01 - Cidade Edson/Sesc

02 - Miguel Badra/Jardim Colorado

03 - Jardim Santa Inês/Santa Casa I

04 - Jardim São José/Vila Barros

05 - Jardim Gardênia/Santa Casa I

06 - Terminal Norte/Jardim Varan

07A - Terminal Norte/Fazenda Viaduto

07B - Terminal Norte/Jardim Monte Cristo

08 - Sete Cruzes/Terminal Norte

09 - Jardim Samambaia/Terminal Norte

10 - Vila Fátima/Terminal Norte

11 - Divisa Ribeirão Pires/Terminal Norte

12 - Terminal Norte/Jardim Baruel (via Jardim Dora)

13 - Terminal Norte/Jardim Duchen (via Jardim Brasil)

14 - Terminal Norte/Jardim Baruel (via Jardim Brasil)

15 - Terminal Norte/Jardim Duchen (via Jardim Dora)

16 - Palmeiras/Cia. Suzano

17 - Palmeiras/Jardim Caulim

18 - Jardim Ikeda/Jardim Maitê

19 - Palmeiras/Vila Esperança

Rodovias

SP-31 Rodovia Índio Tibiriçá;

SP-70 Rodovia Ayrton Senna;

SP-66 Rodovia Henrique Eroles.

Principais vias

Avenida Antônio Marques de Figueira

Avenida Armando Salles de Oliveira

Avenida Brasil

Avenida Coronel Benedito de Almeida

Avenida Jorge Bey Maluf

Avenida Major Pinheiro Fróes (SP-66 lado norte)

Avenida Miguel Badra

Avenida Mogi das Cruzes

Avenida Vereador João Batista Fitipaldi

Estrada do Viaduto

Estrada dos Fernandes

Rua Augusta Aparecida Carvalho de Moraes

Rua Baruel

Rua Benjamin Constant

Rua Francisco Marengo

Rua General Francisco Glicério

Rua Presidente Getulio Vargas

Rua Prudente de Morais (SP-66 lado sul)

Rua Sarah Cooper

Cultura

Suzano é um dos municípios brasileiros que mais receberam influência da cultura japonesa, por causa da Imigração japonesa no Brasil. Atualmente, a colônia japonesa representa cerca de 10% da população suzanense. Depois de desembarcarem do Kasatu Maru, primeiro navio de imigrantes japoneses a ancorar no Brasil, os 781 estrangeiros se distribuíram em várias regiões do estado de São Paulo. Os primeiros japoneses a se instalarem em Suzano foram Kisaku Haguihara e Noriyuki Oshima e dedicaram-se à agricultura. Daí por diante os japoneses tiveram intensa participação na história de Suzano, seja na cultura, economia ou política. Pedro Miyahira, que foi prefeito de Suzano na década de 1970, viabilizou a vinda de indústrias japonesas para a cidade, segmento econômico em que Suzano se destaca atualmente. Das empresas radicadas em nossa cidade podemos contar aproximadamente 30 empreendimentos conduzidos por japoneses e descendentes. Entre eles, há indústrias que estão entre as líderes de seus segmentos. Há clubes na cidade que mantêm as tradições do Japão em Suzano, promovendo festas e eventos esportivos e culturais como a Festa da Cerejeira e a gincana Undokai. A colônia também mantém uma escola de ensino regular nipo-brasileira e quer construir um espaço destinado ao treinamento de artes marciais no Brasil.

Em Suzano, parte da população residente tem origem nordestina. Um exemplo desta influência é a Festa Nordestina em Suzano, que em 2009 reuniu cerca de 16 mil pessoas para prestigiar as comidas típicas (tapioca, buchada de bode, baião de dois, bobó de camarão, favada, feijão tropeiro, sarapatel e caldo de mocotó) e shows de música regional. O evento é organizado pela prefeitura.

Cidades-irmãs

Komatsu, Japão

Lauderhill, Estados Unidos

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