Significado do Nome Couto

(Ex.: Maria, João ou José Silva)

Couto

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Couto é um nome Masculino.

A origem do nome Couto é Latim.

Definição do nome Couto

Defesa.

Dizem os genealogistas que os primeiros a adoptar este nome por apelido faziam parte da linhagem dos «da Maia», dado que se originaram em Rui Gonçalves do Couto, o Babilão, filho e Gonçalo Rodrigues, dos «da Maia», o Velho, e de sua mulher, D. Sancha Gonçalves de Belmir. Mais dizem tais autores provir o apelido do senhorio do Couto de Palmazãos, que era senhor Rui Gonçalves. As armas dos Coutos porém aparecem cedidas, se bem que «por sucessão», a Álvaro do Couto, por carta de 8 de Março de 1536. Brasão: De vermelho, um castelo de prata, lavrado de negro, sobre um contrachefe ondado de prata e azul. Timbre: o castelo do escudo

Numerologia do nome Couto

Número da ambição é 6: Lutar pelo amor, família e o lar. Adora ter harmonia e beleza em torno de si.

Número da personalidade é 5: Lutar pelo amor, família e o lar. Adora ter harmonia e beleza em torno de si.

Número da expressão é 2: Através de suas habilidades diplomáticas, consegue tudo o que quer, sem precisar lutar muito. Justamente por conhecer suas habilidades muitas vezes omite o próprio ponto de vista.

Resumo do nome Couto

Muito amorosa e compreensiva, a pessoa de personalidade 2 adora dar atenção aos outros, principalmente para a pessoa amada. O medo da doença faz com que busque sempre uma alimentação mais saudável. São muito atentas e compenetradas. Por ser muito diplomática e ter grande facilidade de adaptação, convive muito bem em todos os ambientes que frequenta. É muito recatada no amor e sempre o compara ao sexo.

Pontos positivos

Tato, Diplomacia, Paciência, Cooperação, Companheirismo

Pontos negativos

Dúvida, Dependência, Submissão, Passividade, Insegurança

Outras informações do nome Couto

Couto, do latim Cautum (cotum, coto, couto e coito), definia, no século IX, um lugar imune. O termo também era utilizado como ordenação, multa, apreensão de bens, protecção, limite e marco.

As doações de couto, frequentes entre os séculos IX e XIII, como expressão senhorial, implicavam o privilégio da proibição de entrada de funcionários régios (juízes, meirinhos, mordomos, etc.) na terra coutada. Definia-se oficialmente, no reinado de D. Dinis, o acto de coutar uma terra como escusar os seus moradores da hoste e do fossado, do foro e de toda a peita, ou seja, imunidade perante os impostos e justiça reais. As cartas de couto podiam ser concedidas pelo Rei (como recompensa de serviços ou por necessidade de povoamento) a nobres ou eclesiásticos e pelos senhores da terra ou pela Igreja, dentro dos seus domínios.

Desde o início do século XIII, são tomadas medidas de repressão dos abusos que existiam nos coutos. A legislação do século XV reduziu-os, praticamente, aos coutos dos homiziados, ao lado das coutadas, que continuaram como último vestígio dos privilégios senhoriais.

Os coutos de homiziados constituiam-se em terras a que poderiam acolher-se, libertando-se das penas em que tivessem incorrido, quaisquer criminosos, salvo os incriminados por aleive (traição).

Uma lei de 1433 excluía do direito de asilo nos coutos os crimes de traição, heresia, sodomia, homicídio e furto público. Note-se que as Ordenações Manuelinas excluíram dos coutos os moedeiros falsos, os falsários de escrituras e os que atacassem os oficiais da justiça.

Com as conquistas ultramarinas, as praças de Marrocos, a costa de África e o Brasil converteram-se em autênticos coutos de homiziados, sujeitos à legislação da Metrópole.

Todos os coutos foram extintos por lei de 1692, embora só acabando definitivamente em 1790.

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