Significado do Nome Pena

(Ex.: Maria, João ou José Silva)

Pena

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Pena é um nome Feminino.

A origem do nome Pena é Português.

Espanhol (Peña), Catalão, Português, e Galego: topográfica nome de alguém que viveu perto de um precipício

Numerologia do nome Pena

Número da ambição é 6: Lutar pelo amor, família e o lar. Adora ter harmonia e beleza em torno de si.

Número da personalidade é 3: Lutar pelo amor, família e o lar. Adora ter harmonia e beleza em torno de si.

Número da expressão é 9: Sem ficar sem dinheiro, pois isto te faz perder sua autoconfiança, precisa de dinheiro para realizar seus planos e revelar sua verdadeira personalidade. Precisa de um companheiro tão generoso e afetivo quanto você. Devera ter a firmeza e a coragem necessária para afastar fracassos.

Resumo do nome Pena

Otimista, carismático e cheio de vitalidade, a pessoa de personalidade 9 aparenta ter gênio forte, mas na verdade é muito compreensiva, carismática e generosa. Elogia tudo que é bem feito, mas não esconde o que sente quanto à incompetência ou preguiça. Quando apaixonada se torna dócil e passa a ser uma grande amante.

Outras informações do nome Pena

A Pena é uma das estruturas epidérmicas que formam o revestimento externo distintivo ou plumagem, nas Aves. Elas são consideradas as mais complexas estruturas tegumentárias encontradas nos vertebrados. Estão entre as características que distinguem as Aves dos outros grupos vivos. As penas também foram encontradas nos Theropoda (designação dos dinossauros com penas). Embora as penas aparentem cobrir todo o corpo das aves, elas surgem apenas em determinados sectores bem definidos da pele. Os auxílios em voo, o isolamento térmico, a impermeabilização e a cor, ajudam na comunicação e na protecção das aves.

Estrutura e caracteristicas

As penas estão presentes unicamente nas aves, e sua presença é um dos aspectos o que distingüem as aves dos outros animais. Outras criaturas podem voar, cantar, fazer ninhos, migrar e até colocar ovos, mas apenas as aves têm penas. Um típico pássaro que canta tem entre 2000 e 4000 penas no total. 30 ou 40% das quais são encontradas na cabeça e no pescoço. Pássaros que vivem em climas frios podem ter mais do que isso, e algumas espécies como o cisne da tundra têm mais de 25.000 penas no total.

As penas evoluíram de escamas encontradas em répteis e dinossauros. As aves têm vários tipos de penas, cada uma com sua estrutura especializada dependendo de sua função. Elas dependem destas penas especializadas para propósitos cruciais. Sua habilidade de voar, em particular, depende das penas de contorno e de vôo. As penas de contorno são encontradas na superfície do corpo e ajudam a fazer com que a ave fique aerodinâmica e plana, e reduz a turbulência. As penas grandes de vôo nas asas e cauda atuam como um leme no vôo, dando controle aerodinâmico.

Penas macias oferecem calor às aves mantendo ar perto do corpo, isolando e prevenindo que eles percam calor para o meio-ambiente - uma característica que os humanos vêm utilizando durante anos para se manter aquecidos em roupas de inverno e cobertores. As penas têm uma estrutura própria, sem coluna central e protuberâncias cobertas de penugem que ajudam a manter o ar. A maioria dos filhotes é coberta de penas macias, mas quando o animal chega a idade adulta elas ficam escondidas atrás das penas de contorno.

As penas são muito importante no comportamento das aves. Os machos de muitas espécies têm penas coloridas e vibrantes elaboradas em cristas e nas caudas, que são usadas como sinais durante o acasalamento. O pavão é um dos exemplos mais conhecidos, graças à sua cauda colorida. Em contraste, as penas das fêmeas são freqüentemente de cores apagadas, provavelmente para ajudar na camuflagem, evitando chamar a atenção de predadores para os seus ninhos e sua prole.

As penas são estruturas epidérmicas peculiares, constituídas por um revestimento do corpo leve e flexível, mas resistente com inúmeros espaços aéreos úteis como isolante.

Protegem a pele contra o desgaste e as penas finas, achatadas e sobrepostas das asas e da cauda formam superfícies para sustentar a ave durante o vôo.

O crescimento de uma pena começa, com uma papila dérmica local, forçando para cima a epiderme sobreposta. A base deste primórdio de pena aprofunda-se em uma depressão circular, o futuro folículo, que manterá a pena na pele.

As células epidérmicas mais externas do primórdio formam uma bainha lisa cornificada, chamada periderme, dentro da qual outras câmaras epidérmicas dispõem-se em costelas paralelas, uma maior mediana formando a futura ráquis e as outras produzindo as barbas.

O pigmento para a coloração é depositado nas células epidérmicas durante o crescimento no folículo, porém não depois. Quando o crescimento termina, rompe-se a bainha e é retida por alisamento com o bico, aí a pena distende-se em sua forma completa.

As penas dividem-se, primariamente, nas seguintes estruturas:

- Cálamo, muitas vezes também chamado de caule, ou até mesmo de talo.

- Raque, que se consiste, basicamente, no eixo da pena.

- Bárbula, que se consiste em um filamento que dará origem a um seguimento

- Barbas, que muitas vezes, em conjunto, são chamadas de barbada, e que são seguimentos de um filamento maior que compõe a pena.

Coloração variadas das penas

A coloração variada das penas resulta principalmente de pigmentos depositados durante o crescimento e características estruturais que causam reflexão e refração de certos comprimentos de onda, cores estruturais.

Normalmente as cores apresentam funções de camuflagem] ou reprodutiva, uma vez que em algumas espécies, as fêmeas sentem-se atraídas pelos machos dotados de penas mais coloridas.

Plumagem

O conjunto de todas as penas de uma ave é chamado de plumagem e o processo de substituição das penas é conhecido como muda. As penas das aves que vivem na água são impermeabilizadas através de um óleo lubrificante que elas próprias produzem e espalham com o bico, em uma glândula especial chamada uropigiana, próxima da região da cauda.

As tectrizes ou coberturas são pequenas e revestem o corpo, enquanto que a penugem, por baixo, forma uma camada que fornece isolamento térmico adicional. As penas destinadas ao voo são longas e rijas, existindo dois tipos: penas de cauda ou rectrizes, que são frequentemente simétricas, e penas da asa ou rémiges, que têm um formato irregular.

Arranque das penas

Não é normal que as aves arranquem as penas das outras aves, as suas próprias ou até mesmo as dos filhos quando estes se encontram nos ninhos. Se tal acontece, é porque algum desequilíbrio existe na manutenção e sobretudo na parte alimentar. Efectivamente, esse procedimento nunca aconteceria se as aves estivessem em liberdade, tendo à sua disposição tudo o que necessitam. Em cativeiro, o facto é por demais conhecido não só nas aves (veja-se o caso das galinhas) como até nos próprios mamíferos. O que se passa é que a ave procura nas penas (tal como os mamíferos o fazem nos pêlos) o alimento de origem animal que lhe falta na dieta diária fornecida pelo criador. É esse o único recurso que têm à sua disposição. Por vezes, é claro, isso torna-se um vício, mesmo depois de restabelecido o equilíbrio. Teremos portanto toda a vantagem em evitar que tal aconteça, mas não se diga - e temos muitas provas disso - que o vício não se pode curar.

Alimentação

No capítulo referente à alimentação, falámos detalhadamente da necessidade da inclusão de proteínas de origem animal na dieta das aves. Ovo cozido, insectos e até mesmo um pouco de presunto não muito salgado são precisamente alimentos que devem ser administrados quando as aves denotam um estranho apetite pelas penas: as suas ou as das outras aves.

Por vezes, um ambiente demasiado seco também pode desencadear o mesmo procedimento, assim como uma falta de vitaminas ou sais minerais. Como é evidente, é necessário então fazer pulverizações frequentes de água tépida e não esquecer os alimentos que forneçam vitaminas e sais minerais.

Partes

As penas são estruturas mortas, de queratina, originadas a partir de papilas vivas da derme (origem mesodérmica). As penas ou plumas das aves são formadas de:

Cálamo - É a ponta oca que fica enterrada na pele da ave;

Raque - É a parte central o "eixo da pena";

Barbas - São os "raminhos" das penas, que estão presos à raque;

Barbulas - São as pequeninas ramificações das barbas.

Penas em Dinossauros

Foram descobertas penas em certas espécies de dinossauros.

Ver Archeopteryx.

Referências

Notas

Bibliografia

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Sugestão de nomes

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